Os braços frágeis empunhando um violão poderiam dar a entender que Pauline Croze vem da família das Jane Birkin e das Carla Bruni, de vozes diáfanas e timidez nos acordes. Mas é justamente o contrário, um timbre intenso, levemente velado, rouco, grave, sensual, que atravessa o primeiro álbum, que leva o seu nome, lançado em 2005. Uma maravilhosa poesia muitas vezes realista, feita de cicatrizes, dores e alegrias, de histórias de seres que sofrem.
Neste mês de maio fizemos quatro anos no ar. Continuamos trabalhando na divulgação deste maravilhoso instrumento, obrigado por participar da nossa história!